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E que tal um banho de sal?!

por alho_politicamente_incorreto, em 29.01.10

 

SAL, essa ferramenta

Os benefícios do sal no banho são muitos, desde o estético até ao medicinal.
Muito antes de Cristo, o uso do banho de mar para cura era sistemático na China e em outros lugares no mundo.
Hipócrates incentivou curadores a fazer uso de água salgada para curar várias doenças imergindo os seus pacientes em água de mar.
O banho de sal tem muitos efeitos sobre os músculos e o sistema nervoso, agindo para combater o stress e aliviando tensões.
Com efeito, o Sódio auxilia na eliminação das toxinas do organismo e age como o brometo de um relaxante muscular natural, que faz com que seja benéfico para quem sofre de artrite.
Os sais podem alterar o equilíbrio osmótico da água, e o sulfato de magnésio pode ser absorvido através da pele, causando um efeito anti-inflamatório.
Outro efeito é o de eliminar a energia negativa que acumulamos no dia-a-dia, e talvez esta seja a motivação maior quando se recorre ao sal grosso no banho. O banho mais eficaz para a energia do corpo é o simples banho de mar, mas nem sempre está ao alcance de todos.
 
Modo de tomar o banho de sal grosso:
Após o banho convencional, deixe um punhado de sal grosso escorrer do pescoço para baixo, enquanto corre a água do chuveiro. Uma opção que agrada a muitas pessoas, é colocar um punhado de sal dentro de uma meia, e repousar esta na nuca (atrás do pescoço) debaixo da água do duche.
Não é aconselhável banhos frequentes, pois o sal tira toda energia do seu corpo, tanto a negativa quanto a positiva, e caso necessite de vários banhos, seria bom repor estas energias com massagens de óleos aromáticos, meditação com velas e incensos, fazer algo que lhe transmita felicidade pessoal e lhe proporcione muitos pensamento(s)positivo(s) e feliz(es).
Benefícios de banhos e escalda pé com sal grosso:
 
A nível Fisiológico:
· Ajuda a desintoxicar o corpo e a afastar os vírus;
· Estimula a circulação natural para a melhoria da saúde;
· Ajuda a aliviar o pé do atleta, os calos e as calosidades;
· Relaxa a tensão, dores musculares e nas articulações;
· Ajuda a aliviar a artrite e o reumatismo;
· Ajuda a aliviar a dor lombar crónica.

A nível Estético:
· Tira as impurezas da pele;
· Alivia as irritações da pele como psoríase / eczema;
· Alivia a comichão, o ardor e as picadas;
· Suaviza e amacia a pele;
· Incentiva a pele a renovar-se;
· Ajuda a curar as cicatrizes;
· Restaura o equilíbrio e a humidade da pele.

A nível Ocupacional:
· Alivia o cansaço, os pés doloridos e os músculos da perna;
· Alivia a tensão nas mãos e nos punhos;
· Ajuda a aliviar as lesões no desporto.

A nível Psico-físico:
· Proporciona um relaxamento profundo;
· Ajuda a aliviar o stress e a tensão.

 

Os poderes do sal

Jesus disse: "Sois o sal da terra. Ora, se o sal se decompor, com que se salgará?". A frase foi registada pelo apóstolo Mateus no Novo Testamento e revela o duplo significado do sal: conservar a união com Deus e dar gosto à vida.
Existem registos do uso do sal datados de há 5 mil anos atrás. O sal foi usado na Babilónia, no Egipto, na China e em civilizações pré-colombianas. Nas civilizações mais antigas, contudo, apenas as populações costeiras tinham acesso a ele. Ainda assim, existiam períodos de escassez ocasionados por condições climáticas e por períodos de elevação do nível do mar.
Foi apenas na Idade Média que a tecnologia de mineração começou a desenvolver-se. Escasso e precioso, o sal era vendido a peso de ouro. Em diversas ocasiões, foi usado como dinheiro. Entre os exemplos históricos mais conhecidos figura o costume romano de pagar com sal parte da remuneração dos soldados, o que deu origem à palavra salário (do latim "salariu").
Por ser tão valioso, o sal foi alvo de muitas disputas. Roma e Cartago entraram em guerra em 250 a.C. pelo domínio da produção e da distribuição do sal no Mar Adriático e no Mediterrâneo. E após vencer os cartagineses, o exército romano salgou as terras do inimigo, para que se tornassem estéreis.
Cerca de 110 a.C., o Imperador chinês Han Wu Di iniciou o monopólio do comércio de sal no país, transformando a "pirataria de sal" em crime sujeito à pena de morte. O monopólio e o peso dos impostos sobre o sal foram origem e factor de grandes rebeliões. Na França, a elevação de uma taxa criada em 1340, chamada "gabelle", ajudou a desencadear a Revolução, em 1789. Séculos depois, na Índia, as taxas abusivamente cobradas pelos ingleses encorajaram o movimento da desobediência civil, liderado por Ghandi, na década de 1930.
O sal está presente em rituais religiosos de diversas épocas e civilizações. Foi usado por gregos, romanos, asiáticos e árabes. Nas crenças populares, ele é um ingrediente obrigatório para afastar energias negativas e mau-olhado. Em várias culturas, acredita-se que o sal tem o poder de afastar espíritos densos e as energias negativas. Por essa razão, era oferecido aos deuses para afastar os demónios e muitos sacerdotes utilizavam-no nos rituais e nas cerimónias mágicas.
Os árabes citam recomendações de Maomé para: "começar pelo sal e terminar com o sal; porque o sal cura numerosos males". Também é considerado símbolo da incorruptibilidade - pois é a marca da eternidade e da pureza, porque jamais apodrece ou se corrompe; e da lealdade - como pode ser visto na Bíblia, o termo "aliança de sal" designa uma relação com Deus que não pode ser rompida.
Largamente utilizado pelos esotéricos, o sal é recomendado para a limpeza da aura, ou seja, o campo de luz que envolve o corpo humano. Quando a aura está saturada, o sal é o único composto que a recompõe rapidamente. Segundo o esoterismo, o banho de água e sal é excelente para expandir a aura. Mas, para isso, deve seguir algumas regras:
 
  • Primeiramente, deve-se tomar o banho normalmente, deixando ao lado um recipiente com água morna e sal grosso.
  • Após o banho normal, despeja-se essa água com sal do pescoço para baixo, segurando o recipiente com ambas as mãos. O conhecimento esotérico indica que não se deve molhar a cabeça.
  • Também não há necessidade de esfregar a água e o sal, já que o banho não actua no corpo físico, mas sim no corpo astral. Basta simplesmente deitar a água com sal sobre o seu corpo.
  • Por fim, não é indicado enxugar-se com movimentos de expulsão, ou seja, de baixo para cima ou para os lados; o correcto é apenas deixar a toalha absorver a água.
Uma curiosidade a respeito do banho com sal grosso é que, dizem as tradições, ele deve sempre ser tomado nas segundas, nas quartas e, de preferência, nas sextas-feiras. Além disso, deve-se evitar os dias ímpares.
 
Um cristal
Segundo a explicação de especialistas em radiestesia, o sal é um cristal e, por isso, emite ondas electromagnéticas que podem ser medidas pela radiestesia (técnica que utiliza pêndulos para identificar e alterar os campos vibratórios). Experiências mostraram que ao colocar-se o pêndulo sobre um monte de sal, é possível detectar o mesmo comprimento de onda da cor violeta, capaz de neutralizar os campos electromagnéticos negativos.
A sabedoria popular vai pela mesma linha: como as energias densas costumam concentrar-se nos cantos dos ambientes, costuma-se colocar um copo de água com sal grosso em, pelo menos, dois cantos. Quando se formarem bolhas, é hora de mudar a salmoura por outra.
O mesmo efeito purificador explica o famoso banho de sal grosso e o antigo escalda-pés (mergulhar os pés em salmoura morna): ambos têm o poder de neutralizar a electricidade do corpo.
 
Nas tradições
No candomblé, religião trazida pelos escravos africanos, o sal tem importância fundamental. Na tradição africana, quando uma pessoa muda, deve entrar na nova casa levando primeiramente um copo de água e outro de sal.
Já na tradição judaica, quem muda de casa é presenteado com pão (para que nunca falte alimento) e com sal (símbolo da união indestrutível). No Oriente Médio acredita-se que quando duas pessoas comem sal juntas formam um vínculo. Por isso, é costume usar sal para selar um contrato ou acordo.
Existe uma superstição que indica que tombar sal na mesa é sinal de mau agouro. E até há relatos históricos asseverando que Leonardo da Vinci, ao pintar o famoso quadro "A Santa Ceia", colocou o saleiro entornado diante de Judas…

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